"Ela estava no ônibus e percebeu o rapaz que ia fazer uma das piores provas que um ser humano pode fazer (a Fuvest)... notou o nervosismo dele e perguntou se ele ia fazer a Fuvest...ele respondeu que sim...a 15 minutos do fechamento dos portões...o desespero do garoto, com o trânsito, dentro de um busão que não andava se transformou em lágrimas, ela chorou também... suplicaram que a porta se abrisse...
P.C.C. (Pequenas Crônicas Cotidianas)
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
O garoto, o "busão" e a Fuvest
"Ela estava no ônibus e percebeu o rapaz que ia fazer uma das piores provas que um ser humano pode fazer (a Fuvest)... notou o nervosismo dele e perguntou se ele ia fazer a Fuvest...ele respondeu que sim...a 15 minutos do fechamento dos portões...o desespero do garoto, com o trânsito, dentro de um busão que não andava se transformou em lágrimas, ela chorou também... suplicaram que a porta se abrisse... 2 minutos depois nova súplica...eis que a porta se abre, e lá vai ele, junto com uma multidão que também corria pra tentar pegar seu lugar no futuro!!
E recordando novamente o acontecido, ela chorou!!"
ps.: dedicado à Raquel, minha amiga querida.
de: Patricia Flores
"Ela estava no ônibus e percebeu o rapaz que ia fazer uma das piores provas que um ser humano pode fazer (a Fuvest)... notou o nervosismo dele e perguntou se ele ia fazer a Fuvest...ele respondeu que sim...a 15 minutos do fechamento dos portões...o desespero do garoto, com o trânsito, dentro de um busão que não andava se transformou em lágrimas, ela chorou também... suplicaram que a porta se abrisse...
segunda-feira, 18 de abril de 2011
O cartão de crédito e o "mico"
Precisava jantar, eram 17H30 no relógio, um sábado quente, em frente à Biblioteca Mário de Andrade, refletiu sobre comer um lanche, e disse à amiga que a encontraria depois para irem à ópera:
Ela: Bom Bijoux, eu vou comer e te encontro aqui às 18H00.
Bijoux: 18H10, é o tempo que levamos pra fechar tudo e sair da biblioteca.
Ela: Combinado então.
Atravessou a Avenida São Luis n° 235 para ir à lanchonete.
Pediu (um x-salada, uma vitamina de goiaba com mamão e maçã), comeu, bebeu...e depois ainda pegou um chocolate (Alpino), foi pagar:
Ela: Só um minuto moça (enquanto procurava insistentemente o cartão de crédito), deixa eu achar, tem que estar aqui.
Não estava!
Ligou pra amiga (uma, duas, três, quatro vezes). Nada.
Ela: eu vou ligar pra minha amiga e ela vem trazer o dinheiro viu moça. (disse ao caixa)
Ligou novamente pra amiga: um, dois, terceira vez:
Bijoux: Fala Florzinha.
Ela: Bijoux você tem 5 reais pra me emprestar, é que eu tô sem dinheiro e meu cartão não está comigo?
Bijoux: Tenho, eu vou te encontrar aí, só espera eu fechar aqui e já chego!
(Eram 17H50)
A loja começou a fechar, eram quase 18H00:
Ela: Moça vocês fecham que horas?
Moça: Fechamos às 18H00/18H30...
Ela: Minha amiga só vai fechar a biblioteca e já vem, tá?!
Moça: Tudo bem.
O suor começou a brotar, e se a amiga não viesse?
18H03/18H05/18H09/18H11, ligou novamente pra amiga:
Ela: Você tá vindo?
Bijoux: Tô chegando pra te resgatar!
Ela: Não... é só pra avisar que as portas estão fechadas mas eu tô aqui dentro!
Bijoux: Tá bom...
O rapaz que havia trancado as portas e estava do lado de fora da lanchonete abrira a porta, Ela estava salva às 18H15!
Pagaram e saíram. Pensando onde deixara o maldito cartão:
Ela: Ah, já sei!
E se lembrara onde deixara o, agora, "Bendito cartão".
Dentro do bolso do roupão que ficava pendurado atrás da porta do quarto, e que utilizara (o cartão e não o roupão)para pagar a comida chinesa que comprou na noite anterior. "Foda!"
Patricia Flores
Ela: Bom Bijoux, eu vou comer e te encontro aqui às 18H00.
Bijoux: 18H10, é o tempo que levamos pra fechar tudo e sair da biblioteca.
Ela: Combinado então.
Atravessou a Avenida São Luis n° 235 para ir à lanchonete.
Pediu (um x-salada, uma vitamina de goiaba com mamão e maçã), comeu, bebeu...e depois ainda pegou um chocolate (Alpino), foi pagar:
Ela: Só um minuto moça (enquanto procurava insistentemente o cartão de crédito), deixa eu achar, tem que estar aqui.
Não estava!
Ligou pra amiga (uma, duas, três, quatro vezes). Nada.
Ela: eu vou ligar pra minha amiga e ela vem trazer o dinheiro viu moça. (disse ao caixa)
Ligou novamente pra amiga: um, dois, terceira vez:
Bijoux: Fala Florzinha.
Ela: Bijoux você tem 5 reais pra me emprestar, é que eu tô sem dinheiro e meu cartão não está comigo?
Bijoux: Tenho, eu vou te encontrar aí, só espera eu fechar aqui e já chego!
(Eram 17H50)
A loja começou a fechar, eram quase 18H00:
Ela: Moça vocês fecham que horas?
Moça: Fechamos às 18H00/18H30...
Ela: Minha amiga só vai fechar a biblioteca e já vem, tá?!
Moça: Tudo bem.
O suor começou a brotar, e se a amiga não viesse?
18H03/18H05/18H09/18H11, ligou novamente pra amiga:
Ela: Você tá vindo?
Bijoux: Tô chegando pra te resgatar!
Ela: Não... é só pra avisar que as portas estão fechadas mas eu tô aqui dentro!
Bijoux: Tá bom...
O rapaz que havia trancado as portas e estava do lado de fora da lanchonete abrira a porta, Ela estava salva às 18H15!
Pagaram e saíram. Pensando onde deixara o maldito cartão:
Ela: Ah, já sei!
E se lembrara onde deixara o, agora, "Bendito cartão".
Dentro do bolso do roupão que ficava pendurado atrás da porta do quarto, e que utilizara (o cartão e não o roupão)para pagar a comida chinesa que comprou na noite anterior. "Foda!"
Patricia Flores
No ponto de ônibus
Quinta-feira, seis da tarde, ponto de ônibus perto da Eusébio Matoso, em frente ao Shopping Eldorado:
Mulher: Por que você faz isso moço? Empurra as pessoas pra dentro do ônibus?!
Moço: Porque é meu trabalho senhora... é pra agilizar lá dentro (do ônibus) e aqui fora também.
Mulher: Mas pôxa vida, não tem outra maneira de fazer isso sem ser empurrando?
Moço (levemente irritado): Não tô empurrando não, senhora... só tô fazendo meu trabalho...
Mulher: Mas me diz, você pegaria um ônibus assim?
Moço: Eu pego ônibus senhora.
Mulher: Ônibus que nem esse que a gente pega?
Moço: Sim, senhora.
Mulher: Nãããoo, não é possível! Você não pega o mesmo ônibus que eu então!
Moço: Peeego...
Mulher: Não, não é possível!
E eu entrei no ônibus, sem tomar empurrão, sorrindo e pensando: "Ah! se todo paulistano fosse assim!"
(essa foi a primeira história e que originou a vontade de fazer este blog.
Bem vindos ao Pequenas Crônicas Cotidianas)
Patricia Flores
Mulher: Por que você faz isso moço? Empurra as pessoas pra dentro do ônibus?!
Moço: Porque é meu trabalho senhora... é pra agilizar lá dentro (do ônibus) e aqui fora também.
Mulher: Mas pôxa vida, não tem outra maneira de fazer isso sem ser empurrando?
Moço (levemente irritado): Não tô empurrando não, senhora... só tô fazendo meu trabalho...
Mulher: Mas me diz, você pegaria um ônibus assim?
Moço: Eu pego ônibus senhora.
Mulher: Ônibus que nem esse que a gente pega?
Moço: Sim, senhora.
Mulher: Nãããoo, não é possível! Você não pega o mesmo ônibus que eu então!
Moço: Peeego...
Mulher: Não, não é possível!
E eu entrei no ônibus, sem tomar empurrão, sorrindo e pensando: "Ah! se todo paulistano fosse assim!"
(essa foi a primeira história e que originou a vontade de fazer este blog.
Bem vindos ao Pequenas Crônicas Cotidianas)
Patricia Flores
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